terça-feira, 14 de setembro de 2010
ANAC abre mais 79 vagas para bolsas de estudos para pilotos privados
domingo, 12 de setembro de 2010
Curiosidades da manutenção aeronáutica

segunda-feira, 6 de setembro de 2010
"Causos" da manutenção
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Comitê Técnico Setorial Nacional - Formação de Mecânico de Manutenção de Aeronaves
sábado, 14 de agosto de 2010
Será que teremos licenças para mecânicos de OVNIs?

domingo, 1 de agosto de 2010
Brasil, país da aviação.
Outra reportagem muito interessante que esta nesta edição de domingo do jornal é a que fala sobre as encomendas recebidas pela Embraer para a as aeronaves EMB 170/190 , Legacy e Phenom que somando chega ao nº de 191 aeronaves, isto indica que a empresa terá que contratar mais pessoas aquecendo assim o mercado de empregos na área de aviação civil. É o momento de se aprofundar os estudos sobre a formação de profissionais da aviação aqui no Brasil. Quando temos um crescimento na produção de aeronaves as oportunidades começam a surgir também nas companhias aéreas, empresas de manutenção aeronáutica , oficinas de componentes, empresas de transportes, de logística e etc. Por outro lado, os sindicatos estão preocupados com a atual situação do mercado. O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos considera positivos os sinais de melhora no mercado de aviação, mas continua temeroso com a retomada mais vigorosa nas contratações. Os sindicalistas dizem ainda que a carga de trabalho tem aumentado e não houve reajuste de salários desde o ano passado. De qualquer forma, é muito bom que haja este crescimento na produção de aeronaves, pois indica a confiança na tecnologia empregada pela Embraer, uma empresa brasileira.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
ANAC propõe regulamento para prevenir uso de álcool e drogas na aviação civil

Proposta inovadora busca aumentar a segurança e recuperar profissionais afetados.
Brasília, 26 de julho de 2010 – A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) abriu audiência pública para a proposta do Regulamento Brasileiro da Aviação Civil nº 120 (RBAC 120), que trata dos programas de prevenção do uso indevido de substâncias psicoativas na aviação civil. A proposta da Agência é prevenir o consumo inadequado de álcool e drogas por profissionais da aviação civil, com a implantação de programas de educação, exames toxicológicos e de recuperação.
A ANAC é uma das primeiras agências reguladoras no mundo a seguir as orientações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci) sobre o tema, a exemplo dos Estados Unidos e Austrália. A proposta busca intensificar o controle sobre o uso de substâncias que causam dependência entre os profissionais que lidam diretamente com atividades de risco operacional na aviação, como pilotos, comissários, mecânicos, despachantes operacionais de voo e também equipes de combate a incêndio nos aeroportos, agentes de segurança e outros.
A proposta do regulamento não é apenas aumentar a fiscalização e aplicar punições, mas principalmente trabalhar na recuperação e prevenção ao uso de substâncias psicoativas. Esse trabalho deverá ser feito com o acompanhamento de profissionais especializados para tratar sobre os riscos e malefícios gerados pelos efeitos de álcool e drogas.
Se aprovado, o RBAC 120 dará respaldo às companhias aéreas para ampliar seus programas de prevenção sobre o tema, já que passará a ser uma exigência do órgão regulador, mas alterando o mínimo possível a estrutura de exames já exigidos na rotina desses profissionais. A intenção da ANAC é acrescentar os pedidos de exames toxicológicos que possam identificar o uso de substâncias psicoativas na contratação e transferência de funcionários para atividades de risco, além de exames obrigatórios realizados após acidentes, incidentes e ocorrências em solo. No caso de afastamento de funcionários por esse regulamento, o teste também será obrigatório no seu retorno às funções. Além disso, um supervisor treinado para identificar possíveis empregados envolvidos poderá solicitar o exame quando necessário, baseado em suspeita justificada.
Os procedimentos serão realizados internamente pelas próprias empresas. Algumas delas já fazem exames preventivos, porém com a aprovação do regulamento, todas as companhias terão que incluir essa rotina em suas operações, já que será exigida a apresentação para a ANAC de um Programa de Prevenção do Risco Associado ao Uso de Substâncias Psicoativas (PPSP).
O texto completo da proposta do RBAC nº 120 pode ser acessado no site da ANAC, no endereço: http://www.anac.gov.br/
Assessoria de Imprensa da ANAC
domingo, 25 de julho de 2010
Voar Azul
Realmente essa empresa veio para inovar e está agradando. Torço para que surjam novas empresas com esse perfil e que tragam mais inovações. Valeu Azul ! O Brasil agradeçe.
domingo, 18 de julho de 2010
O que está acontecendo com a Air France?
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Aproveitando os momentos no aeroporto do Galeão

terça-feira, 29 de junho de 2010

Horário de funcionamento:
De quarta a domingo, das 10h às 16h.
Admissões permitidas somente até as 15h.
Endereço:
Rodovia SP 318, Km249,5 – Água Vermelha
São Carlos-SP – CEP 13578 -000
Como chegar:
Rodovia Anhanguera/Bandeirantes. Após Limeira, siga pela rodovia Washington Luis até São Carlos. Chegando em São Carlos, utilize a saída 235B, rode 15 Km pela rodovia SP 318 e entre no Km 249,5
Ingressos:
R$25,00 inteira
R$12,50 meia (para estudantes com documento comprobatório)
0 a 6 anos e acima de 65 anos não pagam
Simulador R$20,00 para cada 15 minutos de vôo
Guarda volumes
Melhores informações entrar em contato no telefone (16) 3306-2028 ou no site www.museutam.com.br
domingo, 20 de junho de 2010
Novos futuros talentos da manutenção aeronáutica
domingo, 13 de junho de 2010
Alguém sabe a histórioa de W .ORTON HOOVER ?
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Integridade do profissional de manutenção aeronáutica.
sábado, 29 de maio de 2010
Manutenção de aeronaves em áreas aeroportuárias
O ramo aeronáutico é muito vasto e por isso existem várias áreas de atuação onde a segurança de vôo é o norte a ser seguido por todos os envolvidos. A manutenção aeronáutica é um destes ramos da aviação que precisa constantemente atualizar seus profissionais para a garantia dos bons serviços prestados.Nas áreas aeroportuárias,a manutenção de aviões que operam por lá é geralmente fornecida pela maior linha aérea em operação no aeroporto ou por companhias especializadas, no caso de aviões de passageiros. Cabe ressaltar que embora muitos aeroportos possuam serviços básicos de manutenção, apenas parte deles oferecem serviços mais especializados e complexos.Durante o período em que a aeronave fica estacionada em solo, um check-up é realizado nas aeronaves, em busca de falhas. Este procedimento é chamado de ramp e transit e os mecânicos de manutenção precisam estar devidamente qualificados e credenciados pela autoridade aeronáutica local para executar as tarefas de manutenção.Estes profissionais recebem treinamentos especializados fornecidos pelos fabricantes de aeronaves, empresas aéreas, empresas de manutenção aeronáutica e pela própria autoridade aeronáutica. Em alguns aeroportos existem áreas destinadas a Hangares de manutenção onde se pode realizar manutenção pesada , ou seja, pode-se efetuar um tipo de manutenção mais complexa como reparos e revisões de componentes, troca de motores e etc.
sábado, 22 de maio de 2010
"AERO MAGAZINE E CANDIOTA LEVAM VOCÊ PARA OSHKOSH"
segunda-feira, 17 de maio de 2010
49% ou mais nas empresas aéreas nacionais.
domingo, 2 de maio de 2010
FOTOLOG do João Novello nos faz reviver o início da aviação no Brasil

sábado, 24 de abril de 2010
Recomendações da EASA referentes a cuidados com cinzas vulcânicas

Issued: 22 April 2010
A EASA emitiu no ultimo 22 de abril o SIB (Safety Information Bulletin), de Nº 2010/17, que se refere aos cuidados que deverão ser tomados por operadores de aeronaves que operem próximo a áreas que estejam com suspeitas de contaminação por cinzas vulcânicas . Voos em espaço aéreo com baixa contaminação de Volcanic Ash podem ter consequências a médio e longo prazo para a aeronavegabilidade das aeronaves e precisam ser abordadas com prioridade, a fim de garantir a continuidade segura das operações. Aos envolvidos com a fabricação de motores de aeronaves e aos operadores estão sendo solicitados pela EASA a desenvolverem as instruções necessárias para um voo seguro. Rotinas específcas tais como pré-inspeções e pós-voo, e os de aeronavegabilidade continuada, tendo em conta os efeitos da operação de aeronaves no espaço aéreo com baixa contaminação cinzas vulcânicas já estão sendo efetuadas . Ênfase especial é requerida para os sistemas que são mais sensíveis a qualquer exposição a cinzas vulcânicas. Os sistemas que são mais sensíveis a Volcanic Ash são: compressores, motores e turbinas, sistemas de óleo do motor, dados de ar e sistemas de pitot, Sistema de controle do ambiente de cabine e os sistemas da aeronave que fornecem refrigeração de ar para sistemas de computador instalado na aeronave.
Verificar os seguintes itens:
- Bordos de ataque das asas;
Com base nos resultados das inspeções acima, inspeções mais detalhadas podem ser necessárias. Salvo se instruções específicas já tenham sido fornecidas pelo fabricante ou operadores as inspeções acima referidas deverão também ser realizada após cada voo, sempre que os seguintes fenômenos são observados ou detectados durante o voo :
Além disso, os operadores devem comunicar à EASA para que ela possa produzir uma síntese dos resultados e as tendências resultantes dessas inspeções, para que melhorias possam ser levadas ao procedimentos recomendados por este SIB.
sábado, 10 de abril de 2010
Puma Air , uma nova concepção para a aviação brasileira
Indicador de Velocidade - MACH
Subsônica: Ma < 1
Transônica: 0.8 < Ma <1.2
Sônica: Ma = 1
Supersônica: Entre 1.2 Ma e 5 Ma
Hipersônica: Ma > 5
terça-feira, 6 de abril de 2010
Caos no Rio de Janeiro

sexta-feira, 2 de abril de 2010
Acidente com avião da Esquadrilha da Fumaça
segunda-feira, 22 de março de 2010
Itajubá e a Helicopter
Mais informações no site :http://www.agoravale.com.br/agoravale/noticias
quinta-feira, 18 de março de 2010
APU -Auxiliary Power Unit

- Sistema elétrico ( geralmente abaixo de 40000 pés);
- Sistema de ar condicionado ( abaixo de 20000 pés);
- Sistema de degelo das asas ( abaixo de 20000 pés) ;
Até 20000 pés de altitude a APU tem capacidade de fornecer energia elétrica e pne
umática simultaneamente. Acima de 20000 pés a APU só pode fornecer energia elétrica a qual é prioritária .
A APU geralmente se localiza no cone de cauda da maiora das aeronaves, mas pode variar entre o alojamento do trem de pouso principal a porão de carga de alguns outros tipos de aviões.Maiores detalhes voces poderão acessar o site : http://www.b737.org.uk/apu.htm#Components
domingo, 14 de março de 2010
SENAI São José SC na Olimpíada do Conhecimento no Rio de Janeiro.
Visitei no último dia 12 a Olimpíada do Conhecimento que está ocorrendo no Rio Centro, aqui no Rio de Janeiro, evento este que tem seu término hoje, 14/03. São várias unidades do senai do Brasil inteiro participando com seus alunos e professores deste evento de grande valia para o cenário educacional-técnico deste país. Como sou da aviação, não posso deixar de destacar aqui a presença da unidade do Senai de São José , do estado de Santa Catarina, que trouxe para este evento uma proposta muito interessante de uma nova modalidade de curso de formação de mecânicos de manutenção aeronáutica. Para minha surpresa, esta unidade do Senai tem uma proposta que vai de encontro ao que já falo a algum tempo aqui no Blog sobre a necessidade de se ter uma forma mais atualizada de se formar mecânicos de manutenção, ou seja, uma grade curricular mais adequada a realidade do campo profissional do momento e, a expansão deste tipo de curso de formação para todo o Brasil, não se restringindo apenas aos grande centros, pois a aviação chega a qualquer lugar deste país. Com uma aeronave EMB 110 em seu estande, o Senai São José ficou em destaque entre os demais chamando a atenção de muitos alunos e professores dos demais estados e também dos leigos que por ali passavam. A equipe de alunos e professores da unidade São José , estavam ali sempre solícitos a explicar sobre o cursos e sobre o avião Bandeirante que estava ali. Fica aqui este registro desse evento que merece todo a nossa atenção , pois o Brasil precisa de novos talentos na área tecnológica para que se renove as esperanças de um futuro competitivo e crescente na industria nacional.
domingo, 7 de março de 2010
Educação continuada para mecânicos de manutenção aeronáutica
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Escolas de Formação de Mecânicos de Aeronaves
Existem muitas escolas de formação de mecânicos de manutenção aeronáutica espalhadas pelo Brasil, principalmente no eixo entre Rio Grande do Sul -São Paulo- Rio de Janeiro-Minas Gerais. Apesar disso, com o aumento da demanda por serviços de manutenção e da exigência de qualificação específica por parte das autoridades aeronáuticas , o número de profissionais formados anualmente ainda está muito aquém do esperado.São relativamente poucas escolas em relação ao tamanho da nossa aviação, mas por outro lado também há a falta de estímulo para que os jovens procurem esta profissão. A Manutenção de aeronaves passou nos últimos anos por uma situação muito curiosa. Grandes empresas aéreas faliram e deixaram muitos profissionais no mercado com ótima qualificação e experiência o que facilitou a vida das demais empresas , pois contrataram pessoas prontas para a atividade que requer no mínimo 5 anos para formação total. Isto fez com que a abertura de vagas nas empresas,para jovens recém formados , não acompanhasse a oferta de mão-de-obra que estava sendo lançada no mercado pelas escolas em meados da década de 90 e, isto , desestimulou os jovens e as escolas a continuarem a formação de mecânicos. As escolas por não terem alunos suficientes matriculados e os jovens por não verem mais a profissão como uma grande oportunidade , já que, as poucas vagas que surgiam no mercado eram muito concorridas e os salários já não eram atraentes. Com o passar de mais uma década , os profissionais da ativa nas empresas aéreas começaram a se aposentar e começou a surgir lacunas que foram preenchidas por mão-de-obra não qualificada, mas que aprendiam o serviço supervisionados por profissional devidamente licenciado pelo DAC ( atual ANAC). Hoje, acontece que o nº de profissionais devidamente licenciados e com experiência , vem diminuindo a cada ano devido a aposentadoria desses especialistas e há necessidade de se repor essa mão-de-obra , mas não se encontra facilmente no mercado devido essa lacuna na formação de +/- 10 anos e, as empresas, não conseguem formar com a rapidez necessária. O que está ocorrendo hoje é uma procura grande de pessoas que já trabalham nas empresas e não possuem ainda o CHT(Certificado de Habilitação Técnica) que procuram curso de formação para poderem prestar a banca da ANAC e conseguirem essa certificação.
Bem, mas a boa notícia é que é que as escolas que já existiam voltaram a apostar na formação de mecânicos e ainda surgiram outras que estão contribuindo para um aumento na oferta de vagas. No Rio de Janeiro nos últimos 3 anos surgiram escolas como a Fly, ACFT, Avitraining e também a TAP Manutenção e Engenharia. Esta Última faz parte do trabalho realizado pela empresa na formação interna de seus funcionários não sendo aberta ao público. Isto demonstra também a preocupação que as grandes empresas possuem hoje em dia na qualificação cada vez maior de seus funcionários. Com as notícias de criação de pólos aeronáuticos, vemos que o potencial da aviação civil se renova e as chances de emprego para mecânicos também acompanham essas expectativas. No Rio Grande do Sul também temos boas escolas como a Flight e a EEPMA.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Airbus faz pouso de emergência em Sydney
Um avião com mais de 200 pessoas a bordo fez um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Sydney, na Austrália. O piloto percebeu uma falha no trem de pouso do Airbus A-330 da empresa aérea Qantas.
A aeronave precisou sobrevoar a cidade australiana por cerca de duas horas para queimar combustível e tornar a aterrissagem menos arriscada. O avião pousou com segurança.
Em 2008, autoridades australianas da aviação determinaram que a companhia aérea melhorasse o sistema de manutenção da empresa depois de registrar um pouso forçado nas Filipinas.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Olímpiada do Conhecimento - RJ O SENAI e a Formação de Mecânicos de Manutenção Aeronáutica
A 6ª edição da Olimpíada do Conhecimento será realizada na cidade do Rio de Janeiro no período de 08 a 14/03. Cenário de grandes eventos, nacionais e internacionais, a cidade possui uma das melhores infraestruturas em hospitalidade do País.Três aeroportos, estrutura integrada de transportes, incluindo metrô, rede hoteleira de alta qualidade, restaurantes e oferta diversificada de lazer e cultura fazem da cidade um dos principais pontos turísticos e de negócios. A cidade olímpica será erguida em três pavilhões, num espaço de 60.000 m2 no Riocentro, um complexo formado por cinco pavilhões interligados, totalizando 571.000 m² – sendo 100.209 m² de área construída e o restante de área externa. Localizado em uma das mais belas e preservadas áreas da cidade, próximo de suas mais belas praias, o Riocentro costuma sediar eventos como a Bienal do Livro e a Feira da Providência, além de congressos, feiras, competições esportivas e shows nacionais e internacionais, indoor ou ao ar livre.
É nesse espaço que se espera a presença de 200 mil visitantes. Além de assistir às competições, poderão percorrer exposições onde o SENAI divulga o que produz de mais arrojado, como a Mostra SENAI Indústria, onde instituições e empresas parceiras do SENAI estarão expondo suas marcas e produtos, a Mostra PSAI – Programa SENAI de Ações Inclusivas, da Mostra de ações
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Peso e balanceamento de aeronaves
A teoria da alavanca simples foi formulada por Arquimedes e ele dizia: “Dai-me um ponto de apoio e levantarei a Terra”.
A finalidade principal do controle do peso e balanceamento das aeronaves, é a segurança. Como finalidade secundária, podemos citar a maior eficiência durante o vôo.
O controle do peso e balanceamento consiste em comprovar matematicamente o peso, balanceamento e carregamento corretos dos limites especificados. Estes limites são apresentados nas especificações da aeronave. A instalação ou remoção de equipamentos modifica o peso vazio e o c.g. da aeronave; afetando, conseqüentemente,a carga útil na mesma proporção.
Os efeitos que tais modificações produzem no balanceamento de uma aeronave devem ser investigados, para que se possa determinar o efeito sobre as características de vôo de tal aeronave.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
O que é Lean ?
As práticas envolvem demanda real dos clientes, a análise e melhoria do fluxo de valor das plantas e da cadeia completa, desde as matérias primas até os produtos acabados e desenvolvendo produtos que efetivamente sejam soluções do ponto de vista do cliente. Essa filosofia tem trazido resultados muito compensadores para as empresas que a praticam. O Lean proporciona um aumento da capacidade de oferecer os produtos que os clientes querem, na hora que eles querem,nos preços que eles estão dispostos a pagar, com custos menores, qualidade superior,garantindo assim uma maior rentabilidade ao negócio. O Sistema Lean vem sendo aplicado, com grandes resultados em eliminação de desperdícios, nos mais diferentes ambientes das organizações (administração, desenvolvimento de produto e produção), bem como em empresas de diversos setores, tais como: automobilístico e seus fornecedores, aeronáutico, eletrônico, serviços, construção, mineração, saúde, produção sob encomenda, etc.
O Lean não é uma simples ferramenta da qualidade, mas sim uma mudança de cultura uma mudança de comportamento. Hoje a empresa que deseja ser competitiva no mercado deve aplicar estes conceitos e treinar seu pessoal para que cada vez mais se reduza custos de forma criativa e consciente, fazendo com que as idéias simples se tornem o diferencial para a redução de custos .
O lean está sendo aplicado na área de manutenção de aeronaves em várias empresas espalhadas pelo mundo e isto é só o começo .
domingo, 24 de janeiro de 2010
Legislação EASA Part 66
SUBPARTE A
LICENÇA DE MANUTENÇÃO AERONÁUTICA PARA AVIÕES E HELICÓPTEROS
66.A.1 Âmbito de aplicação
a) A presente secção estabelece os requisitos para a emissão de uma licença de manutenção aeronáutica, bem como as condições relativas à sua validade e utilização, para avio˜ es e helicópteros das seguintes categorias:
— Categoria A
— Categoria B1
— Categoria B2
— Categoria C
b) As categorias A e B1 dividem-se em subcategorias que abarcam combinaço˜ es de avio˜ es, helicópteros, motores de turbina e motores de pistão. As subcategorias são:
— A1 e B1.1 Avio˜ es Turbina
— A2 e B1.2 Avio˜ es Pistão
— A3 e B1.3 Helicópteros Turbina
— A4 e B1.4 Helicópteros Pistão
66.A.10 Requerimento
Os pedidos para a emissão ou alteração de licenças de manutenção aeronáutica deverão ser efectuados através do Formulário 19 da EASA e apresentados à autoridade competente, conforme especificado por esta. Os pedidos de alteração de licenças de manutenção aeronáutica deverão ser apresentados à autoridade competente emissora da licença de manutenção aeronáutica.
66.A.15 Elegibilidade
Os requerentes de uma licença de manutenção aeronáutica deverão ter pelo menos 18 anos de idade.
66.A.20 Prerrogativas
a) Sem prejuízo do cumprimento dos requisitos da alínea (b), são aplicáveis as seguintes prerrogativas:
1. As licenças de manutenção aeronáutica de categoria A autorizam os seus titulares a emitir certificados de aptidão para serviço na sequência de pequenas operaço˜ es de rotina de manutenção de linha e rectificação de falhas simples, no âmbito das tarefas especificadas na respectiva licença. As competências de certificação são limitadas às operaço˜ es que o titular da licença já tenha realizado pessoalmente ao serviço de uma entidade homologada nos termos da parte 145.
2. As licenças de manutenção aeronáutica de categoria B1 autorizam os seus titulares a emitir certificados de aptidãopara serviço na sequência de operaço˜ es de manutenção, incluindo na estrutura, nos grupos motopropulsores e nos sistemas mecânicos e eléctricos das aeronaves. A substituição de unidades aviónicas possíveis de serem substituídas em linha, que exige a realização de testes simples para verificar o funcionamento destas unidades também faz parte das operaço˜ es de manutenção abrangidas nesta categoria. A categoria B1 inclui automaticamente a subcategoria A relevante.
3. As licenças de manutenção aeronáutica de categoria B2 autorizam os seus titulares a emitir certificados de aptidão para serviço na sequência de operaço˜ es de manutenção efectuadas nos sistemas aviónicos e eléctricos.
4. As licenças de manutenção aeronáutica de categoria C autorizam os seus titulares a emitir certificados de aptidão para serviço na sequência de operaço˜ es de manutenção de base efectuadas em aeronaves. Esta categoria abrange todas as partes da aeronave numa entidade homologada nos termos da parte 145.
L 315/74 PT Jornal Oficial da União Europeia 28.11.2003
b) Os titulares de uma licença de manutenção aeronáutica só poderão exercer as suas competências de certificação se:
1. cumprirem os requisitos aplicáveis da parte M e/ou da parte 145;
2. nos últimos dois anos, tiverem tido uma experiência de seis meses em manutenção, em conformidade com as
prerrogativas concedidas nos termos da licença de manutenção aeronáutica, ou tiver satisfeito as condiço˜ es
necessárias para a concessão das competências aplicáveis;
3. possuírem um nível de competências linguísticas satisfatório que lhes permita ler, escrever e comunicar na(s)
língua(s) em que estão redigidos a documentação técnica e os procedimentos necessários para efeitos da emissão dos certificados de aptidão para serviço.
66.A.25 Requisitos relativos aos conhecimentos básicos
a) Os requerentes de uma licença de manutenção aeronáutica ou do averbamento de uma categoria ou subcategoria suplementar na sua licença de manutenção aeronáutica deverão demonstrar possuir, através de um exame, um nível de conhecimentos satisfatório nas áreas especificadas no apêndice I à presente parte.
Os exames de conhecimentos teóricos básicos serão realizados por uma entidade de formação devidamente certificada nos termos da parte-147 ou por uma autoridade competente.
b) Qualquer qualificação técnica que a autoridade competente considere equivalente aos padro˜ es estipulados na presente parte será inteira ou parcialmente reconhecida à luz dos requisitos de conhecimentos básicos e do respectivo exame. Tal reconhecimento será determinado em conformidade com os requisitos da secção B, subparte E da presente parte.
66.A.30 Requisitos relativos à experiência
a) Os requerentes de uma licença de manutenção aeronáutica deverão possuir:
1. para a categoria A e as subcategorias B1.2 e B1.4:
i) três anos de experiência prática em manutenção de aeronaves operacionais, caso não possuam qualquer
formação técnica prévia relevante;
ii) dois anos de experiência prática em manutenção de aeronaves operacionais e formação qualificada numa área técnica, considerada pertinente pela autoridade competente; ou
iii) um ano de experiência prática em manutenção de aeronaves operacionais e um curso de formação básica
aprovado, nos termos das disposiço˜ es da parte 147;
2. para a categoria B2 e as subcategorias B1.1 e B1.3:
i) cinco anos de experiência prática em manutenção de aeronaves operacionais, caso não possuam qualquer
formação técnica prévia relevante;
ii) três anos de experiência prática em manutenção de aeronaves operacionais e uma formação qualificada numa área técnica, considerada relevante pela autoridade competente; ou
iii) dois anos de experiência prática em manutenção de aeronaves operacionais e um curso de formação básica
aprovado, nos termos das disposiço˜ es da parte 147;
3. para a categoria C, relativamente a aeronaves de grandes dimenso˜ es:
i) três anos de experiência exercendo as competências previstas para as categorias B1.1, B1.3 ou B2 em aeronaves de grandes dimenso˜ es ou exercendo as funço˜ es atribuídas ao pessoal de apoio das subcategorias B1.1, B1.3. ou categoria B2, previstas nas disposiço˜ es da parte 145, ou ambas as funço˜ es;
ii) cinco anos de experiência exercendo as competências previstas para as categorias B1.2 ou B1.4 em aeronaves de grandes dimenso˜ es ou exercendo as funço˜ es atribuídas ao pessoal de apoio das subcategorias B.1.2 ou
B.1.4, previstas nas disposiço˜ es da parte 145, ou ambas as funço˜ es; ou
4. para a categoria C, relativamente a aeronaves sem ser de grandes dimenso˜ es:
três anos de experiência exercendo as competências previstas para as categorias B1 ou B.2 ou exercendo as
funço˜ es atribuídas ao pessoal de apoio, previstas para as categorias B1 ou B.2 da parte 145, ou ambas as funço˜ es;
5. para a categoria C, obtida por vias académicas:
no caso dos titulares de um diploma académico numa área técnica, obtido numa universidade ou noutra instituição de ensino superior reconhecida pela autoridade competente, três anos de experiência numa oficina de manutenção de aeronaves civis em operaço˜ es representativas directamente relacionadas com a manutenção de aeronaves, incluindo seis meses de observação em operaço˜ es de manutenção de base.
b) Os requerentes que solicitem o alargamento do âmbito de uma licença de manutenção aeronáutica deverão possuir uma experiência mínima em manutenção de aeronaves civis, apropriada à categoria ou subcategoria adicional a que diz respeito o requerimento, conforme especificado no Apêndice IV à presente parte.
c) Para as categorias A, B1 e B2, os requerentes deverão possuir uma experiência prática, ou seja, deverão ter participado em operaço˜ es de manutenção aeronáutica representativas.
d) Todos os requerentes deverão possuir, pelo menos, um ano de experiência recente na manutenção de aeronaves pertencentes à categoria/subcategoria correspondente à primeira licença de manutenção aeronáutica que pretendem obter. Para o alargamento, a outras categorias/subcategorias, do âmbito de uma licença de manutenção aeronáutica já obtida a experiência recente adicional poderá ser inferior a um ano, mas nunca inferior a três meses. A experiência exigida dependerá da diferença entre a categoria/subcategoria da actual licença e a categoria/subcategoria solicitada.
Essa experiência adicional deverá corresponder à nova categoria/subcategoria da licença que pretendem obter.
e) Não obstante os requisitos da alínea (a), a experiência em manutenção aeronáutica adquirida fora do âmbito da manutenção de aeronaves civis será aceite se for equivalente à exigida nos termos da presente parte, tal como estabelecido pela autoridade competente. A experiência adicional em manutenção de aeronaves civis será, no entanto, exigida para assegurar um bom conhecimento do ambiente de manutenção de aeronaves civis.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Voar com Segurança na WEBJET

domingo, 10 de janeiro de 2010
Alerta para Segurança de Voo
A ANAC iniciou a distribuição de 17,5 mil cartazes da campanha de segurança para a aviação geral, que envolve empresas de táxi aéreo, aeronaves particulares, aviação agrícola e outras atividades. O objetivo da campanha é alertar pilotos e empresas da aviação geral sobre cuidados essenciais e aumentar a segurança nos voos. Os cartazes tratam de temas importantes sobre metereologia, responsabilidade do piloto, táxi aéreo pirata, planejamento de voo, aviação agrícola e aeronaves novas. O material será distribuído por aeródromos, aeroclubes e escolas de aviação em todo o Brasil e também por entidades do setor como a Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag) e o Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo (Sneta). Veja o material da campanha aqui (http://www.anac.gov.br/imprensa/cartazes_seguranca_anac.pdf) .
sábado, 9 de janeiro de 2010
Conversão de licença de mecânicos estrangeiros em CHT brasileira.
65.95 – CANDIDATOS DE NACIONALIDADE ESTRANGEIRA
Os candidatos de nacionalidade estrangeira deverão apresentar o currículum vitae, acompanhado de cópias autenticadas dos respectivos certificados e históricos escolar, para análise da Comissão Especial de Julgamento, através de solicitação a ANAC. Nos casos de titulares de licença/CHT estrangeira de mecânico de manutenção aeronáutica – brasileiros ou não - será aplicado o princípio da reciprocidade, entre o Brasil e o país emitente da licença/CHT considerada. Dessa forma, para fins de emissão da equivalente licença brasileira, o DAC somente reconhecerá como válidas as licenças/CHT estrangeiras emitidas por países onde a correspondente licença brasileira seja reconhecida, acompanhada de uma declaração de equivalência ou similaridade dos grupos de habilitação.
Fica estabelecido que os casos não previstos neste RBHA devem ser analisados por uma Comissão Especial de Julgamento (CEJ), que acontecerá, sempre que necessário, desde que haja um mínimo de 03(três) processos para julgamento. O processo de votação deve ser conduzido após as análises necessárias e deve começar sempre pelo participante de menor grau hierárquico.
O parecer final da comissão deve ser descrito em Ata de Julgamento, conforme modelo do Anexo 2 deste regulamento.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Feliz 2010 para todos !!!!!!
Espero que 2010 seja um grande ano para toda a aviação e que o progresso e o desenvolvimento sejam os pilares de sustentação das atividades aéreas brasileiras e mundiais.
Desejo um ano novo repleto de saúde e paz para todos os povos deste planeta e para os amigos que acompanham este blog um ano de 2010 muito próspero com saúde e muita alegria.
Feliz 2010 para todos !!!!
São os votos de José Carlos Fernandes .
sábado, 19 de dezembro de 2009
2014...2016... Será que vai melhorar?
domingo, 6 de dezembro de 2009
ANAC entrega certificado do jato EMB 505 – Phenom 300, da Embraer
O processo de certificação segue as recomendações da Organização Internacional de Aviação Civil (OACI) e, após concluído, comprova que a ANAC verificou as condições da aeronave para operar com segurança. Para conceder o CHT, a ANAC avaliou em torno de 700 documentos técnicos (relatórios de engenharia, manuais) e realizou inspeções e acompanhamento de ensaios (testes em que o jato é utilizado nas mais diversas condições de operação para comprovar seu funcionamento de acordo com as normas técnicas). Alguns exemplos são o uso da aeronave sob calor intenso ou neve, situações metereológicas adversas (tempestades com raios), a resistência a interferências eletromagnéticas nos sistemas da aeronave, a capacidade máxima de utilização dos motores, entre outros. Todos os componentes do modelo e os equipamentos a bordo passam pelo crivo da ANAC.
Depois de 38 meses de trabalho de engenheiros, pilotos, inspetores e pessoal de suporte, o EMB-505 - Phenom 300 cumpriu todos os requisitos de aeronavegabilidade exigidos pelas normas brasileiras e internacionais de aviação civil. Outro jato executivo da Embraer, o EMB- 500 – Phenom 100, já possui CHT, emitido pela ANAC em dezembro de 2008.
Durante a certificação, também são realizadas reuniões técnicas com autoridades estrangeiras e, nas próximas semanas, o órgão regulador da aviação civil nos Estados Unidos – a Federal Aviation Administration (FAA) – deverá concluir a etapa de validação do certificado do jato da Embraer para aquele país, baseado no CHT concedido no Brasil. Está prevista para 2010 a validação pelo órgão regulador europeu (EASA). Com a certificação desse modelo também pelas autoridades da aviação civil estrangeira, o fabricante poderá exportar e operar o EMB-505 - Phenom 300 nos Estados Unidos e Europa.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
SIPAT 2009 -Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Antonio Carlos Jobim-Galeão
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Mês de Aniversário do Blog

É difícil manter um blog atualizado , mas temos nos esforçado para isso. Gostaríamos de agradecer a colaboração de todos os amigos do blog durante esta jornada e agradecer também a todos aqueles que acessam o blog diariamente em vários países, principalmente nos de língua portuguesa e Estados Unidos. Esperamos permanecer no ar por muitos e muitos anos e contando sempre com as idéias e sugestões de todos vocês.
Mais uma vez obrigado a todos e parabéns ao nosso blog.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Valeu a pena !
Um grande público esteve presente ao evento em comemoração a semana da asa. Pela manhã, o dia parecia que ia ficar carregado de nuvens e chovendo, mas a partir das 10 horas da manhã o sol mostrou a cara e o dia ficou perfeito para os aviadores e para o público. Com muito sol ainda, às 16 horas, deu-se o início da apres
Fotos: Alessandra Rainha
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Segurança na Aviação Civil
Museu Aeroespacial -Show Aéreo


